sábado, 6 de agosto de 2011

Minicrônica sobre uma noite em Tiradentes, MG

Bailava, em espontânea sincronia, tudo o que pudesse usufruir, com intensa felicidade, de uma daquelas noites em que se celebra a vida e tamanha liberdade que apenas o convívio naturalmente imposto por um ambiente público poderia oferecer.

Como trilha sonora perfeita para a ocasião, um grupo de seresteiros tocava canções comuns a quaisquer ouvidos, agradando gerações diversas com a riqueza que corria pelo ar frio através de sinfonias que contagiavam o que já se tornaria, aos poucos, uma massa inquieta de gente.

Cada um, à sua maneira, expressava um tipo particular de devoção àquelas canções que, como hinos, levavam o público a se emocionar com o som vindo do palco, altar de todas as crenças.

Nenhum comentário: